22 de Janeiro de 2012
15 de Janeiro de 2012
Machu Picchu - Encontro com os deuses!
Meeting The Gods from LOBO on Vimeo.
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8 de Janeiro de 2012
Cockpit - um sonho realizado!
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1 de Janeiro de 2012
Ano Novo - coisas novas
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26 de Dezembro de 2011
Rock and roll! Ginásio - para quê?
Fazemos hoje mil e uma coisas para não engordar, mas ...
Há outras maneiras de manter um corpo invejável e nada dispendioso. Eis a fórmula neste pequeno video!
Esta é também uma homenagem ao meu amigo JRom, qual dançarino nato, pois já dançava no ventre de sua da mãe.
A todos aqueles(as) que eu sei amarem a dança como eu nunca amarei, aqui fica o registo fantástico do tempo que deixei para trás.
Ah, como eu gostaria de saltitar em acordes de rock and roll e manter a forma, nos braços duma mulher!
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20 de Dezembro de 2011
NY ao longe
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15 de Dezembro de 2011
Adeus Pai!
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12 de Dezembro de 2011
Golo - o meu último!
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9 de Dezembro de 2011
À procura do tempo perdido!
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4 de Dezembro de 2011
Nova torre de NY - Freedom Tower
Visão final da futura torre e suas irmãs


Torre 1 Freedom Tower, 541 m
Torre 2 de Norman Foster, 408 m
Torre 3 de Richard Rogers, 382 m
Torre 4 de Fumihiko Maki. 293 m
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1 de Dezembro de 2011
28 de Novembro de 2011
Romeu e Julieta - século XXI
Às vezes - o amor não tem barreiras!
Às vezes - um minuto de fama!
Às vezes - sonho com futebol sem violência e ...
sem gaiolas, vermelhas, verdes ou azuis!
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24 de Novembro de 2011
Sem ti!
Eram sete da manhã! Eu acordava! Tu adormecias!
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19 de Novembro de 2011
12 de Novembro de 2011
Long Island - I love you!
Aqui, na Baía das Ostras - Long Island, onde o mar se entrega à terra e os corpos se libertam do bulício da grande Manhattan, em tempos de solarengas tardes, fazia hoje um frio de rachar - ZERO GRAUS!
No horizonte, qual Ilha da Fantasia, ficam os refúgios dos que, não nascendo em berço de ouro, tiveram a sorte de um dia caír no goto dos cinéfilos que contribuíram para a aquisição das fabulosas mansões onde hoje habitam. Nem tanto ao mar nem tanto à terra, mas é a realidade.
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8 de Novembro de 2011
Acordo Ortográfico - esse Adamastor!
Manuel Halpern
Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância.
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo?
Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião.
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar.
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2 de Novembro de 2011
Adeus tristeza!
Quando era adolescente, tirocinante de paquete, trabalhei dois anos num escritório de advogados, nas barbas do Chiado. Ali começou a travessia do passado que me levaria às esquinas do futuro, aquele que fez de mim um homem feliz. Nesse tempo a estátua de Fernando Pessoa, que é hoje um presque ex-libris dos poetas, não existia e as mulheres já eram todas bonitas.
Pode o engenho e arte
No Chiado me descobrir
De mim lá ficou parte
Quem me fazia sorrir
Foram dias, foram tempos
Aqueles que não voltaram
Foram fortes, foram ventos
Aqueles que me guiaram
Por lá me quedei um dia
Quando na vida despertei
No despertar dessa via
Outra vida eu inventei
Inventei fugas e dores
Partidas e chegadas
Amores e desamores
Estórias tão contadas
De tudo me despojei
Do muito eu fiz nada
Do despojo já não sei
Noites que eu não dormi
Dos dias que eram vias
Das vias que percorri
Esqueci de quem eu era
Ao tempo eu dei alento
Ao alento dei a espera
E um dia regressei
Tão triste como parti
Ao mundo o olhar dei
À vida que já vivi
Quero-te a meu lado
Deixa chegar-te aos pés
Perdoa este meu fado
E não é carta de amor
Se não fosse ridículo
Seria carta de dor
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29 de Outubro de 2011
Internet - fraude enorme!
Amigos!
A internet tem problemas enormes
Um amigo encomendou e pagou 100 Euros por um aparelho para aumentar o pénis, e os gajos mandaram-lhe uma lupa.
Tenham cuidado !!!
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22 de Outubro de 2011
Lisboa - adoro-te!
O descanso das guerreiras Já Agosto adormecia e o Verão quase se despedia das minhas férias quando um grupo "bué práfrentex" de quatro madames belgas, lideradas por uma grande verde amiga minha, me desafiou para descobrir Lisboa. Eram três Christine e uma Martine. A estas juntar-se-ia uma canadiana, Labelle, que não conhecíamos de lado nenhum e não conhecia a cidade, elevando assim o número para cinco francófonas e um tuga.
Oui para esquerda, non para a direita e foi um ver se te avias de desenferrujamento da língua, no sentido lato da mesma.
Eu que adoro guerras santas e mares desbravados, aceitei esta cruzada como a vergonha dos meus olhos, pois não é todos os dias que um quinteto de cordas parte à descoberta da urbe, mostrando-me pequenos detalhes desta que desconhecia por completo.
Desde as ruas de Alfama, passando pela Graça, Jardim S. Pedro de Alcântara, Estrela, Belém, até à baixa pombalina, percorremos a linha do eléctrico 28, coisa que eu já quase nem lembrava existir.
Pelo dia diferente que foi, pela descoberta, pela boa disposição e sobretudo pelo pátáti-pátátá, completamente inusitado que um homem pode ter com cinco mulheres, ficou-me a vontade de repetir a dose. Só, ou bem acompanhado! Novamente!
Afinal - adoro-te, Lisboa!
Obrigado amigas! Obrigado Chris!
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16 de Outubro de 2011
André Moa - Adeus amigo!
O DESEJADO, partiu numa manhã de nevoeiro. Lisboa acordou vestida de bruma como se quisesse levá-lo abrigado no seu manto.
No seu último livro publicado - Mau tempo no anal - (Diário de um paciente) André Moa, já meio devorado pelo caranguejo maldito, escreveu isto:
Há quem deixe, como manifestação de última vontade, ordens e regras sobre o seu próprio féretro.
… Era o que faltava pretender impor as minhas ideias mesmo depois de morto.
Concedo a quem quiser fazer o frete de tratar do meu funeral, inteira liberdade de decisão. Tanto me faz ir de burro como de cavalo, vestido ou nu. Tanto me faz apodrecer numa valeta como num mausoléu. É-me indiferente, depois de morto tudo me é indiferente, ser enterrado ou cremado, que façam de mim uma múmia ou espalhem as minhas cinzas num roseiral ou numa estrumeira. Quero lá saber de missa presente ou padre ausente. Isso fica a cargo e a gosto de quem ficar com a incumbência de me remover.
É isso que desejo que de mim façam na hora de se desfazerem de mim. O que bem lhes apetecer. Quero lá saber, já estarei morto.
O que eu verdadeiramente desejava, era não morrer nunca.
Meu querido amigo!
Tu que ... "partiste tão cedo desta vida, descontente, repousa lá no céu (?) eternamente".
Foram curtos os dias que cruzaram as nossas vidas, mas foram tamanhas as emoções vividas, com a tua alegria de viver, despida de ufanismos, tal a extensa lista de dotes em ti desbravados.
Tiveste o condão de unificar um punhado de gleba que se ia perdendo nos etéreos caminhos da virtualidade sem talvez daí passar.
Por isso, pela resiliência que pautou a fase final da tua vida, pelo exemplo de coragem que a adversidade fez vingar em ti, guardarei da tua imagem o hedónico de cantos tantos, que a madrugada nunca mais cansava.
Meu querido André! Tu que não gostavas de lamechices e tão pouco te importava a morte, quererias um epitáfio despojado de palavras vãs, antes incisivas e veras - cheguei, vivi e parti. Nada mais!
Parte em paz, amigo!
Encontrar-nos-emos um dia! Lá longe, ao cair da tarde!
Abreijos (como tu dizias)
O corpo está na Igreja de Benfica e o funeral realiza-se amanhã às 13:30 h para o cemitério dos Olivais.
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15 de Outubro de 2011
Estais triste senhora?

Às vezes - o caudal dos rios serpenteia tropegamente por entre a floresta da vida!
Às vezes - numa raiva incontida, nem repara no alvor de cada manhã que lhe clareia as águas.
Às vezes - nem tanto!
Alegrai-vos senhora - que a foz é já ali!
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10 de Outubro de 2011
Feira d'Arte - Amadora 2011



Às vezes - quando olho a arte que alguém pincelou numa tela, transporto-me para as pessoas que gosto e sei também gostarem de pintura e ...
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Kim
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