Páscoa, é tempo de paixão … e de tudo o que quisermos!
Neste período de descanso e reflexão, lembrei-me algumas vezes do meu amigo Jacques. Vá-se lá saber porquê!
Julgo que, um homem bom, nascido há dois mil anos, ter-me-á influenciado a lembrar-me doutros bons homens, salvo as devidas proporções. Aí, tombei no Jacques.
Jacques, meu velho missionário da alegria. O sol já brilha chez nous, e as douradas saltitam-te no olhar.
Jacques – um homem fabuloso, que fala com sorrisos e um brilhozinho nos olhos.
Neste período de descanso e reflexão, lembrei-me algumas vezes do meu amigo Jacques. Vá-se lá saber porquê!
Julgo que, um homem bom, nascido há dois mil anos, ter-me-á influenciado a lembrar-me doutros bons homens, salvo as devidas proporções. Aí, tombei no Jacques.
Jacques, meu velho missionário da alegria. O sol já brilha chez nous, e as douradas saltitam-te no olhar.
Jacques – um homem fabuloso, que fala com sorrisos e um brilhozinho nos olhos.
Meus amigos, este é o Jacques – marido da belga mais portuguesa que já conheci. A Cristina!
Brel diria - Salut Grand Jacques!











