9 de julho de 2007

Fome


Arrepiante!!!

Quando o egoísmo é mais forte que o amor!
Quando o mundo gasta em guerra, o que falta em alimento!
Quando a desigualdade é tanta!
Quando só pensamos em nós!

Tenho vergonha da minha espécie!

5 comentários:

carla mar disse...

... e são tantas, as vezes, que o egoísmo é mais forte que o amor!
por existirem homens\mulheres assim... um dia, resolvi levar sorrisos, afectos, alimentos e alguma paz, aos que vivem na rua.
não costumo falar disto. poucos sabem que o faço. faço-o com carinho e acima de tudo com muita vontade.
são madrugadas diferentes...
são, acima de tudo, madrugadas feitas de verdade.
quando estou ali, não importa o que sou e quem sou.
aqui, descobri o valor de um sorriso :)

Rui Salvador disse...

Sem mais comentários!

Anónimo disse...

Triste de facto..Muito triste.
I.R.

Anónimo disse...

Vida em saldo

Sabemos que no capitalismo, a vida humana, tal como as bananas, tem um valor monetário. Também sabemos que esse valor depende de quem és, onde nasceste, que cor de pele tens. Mas qual é a variação de preços? Algum palpite?

As guerras mais recentes ajudam-nos a fazer as contas. Quando as tropas americanas mataram 19 civis e deixaram feridos outros 50 em Jalalabad no Afeganistão por “uso excessivo de força”, o Pentágono pagou 2000 dólares por morto a cada família. No Iraque, a média é de 2500 dólares por cada inocente. Esse foi o pagamento pelo massacre em Haditha, fossem as vítimas bebés, homens ou mulheres. Para conhecer o valor da vida de um americano podemos olhar para o 11 de Setembro de 2001. O governo calculou que cada morto valia 1.8 milhões de dólares. Mas até neste caso, o custo variou, dependendo da estimativa dos rendimentos futuros perdidos com a falecimento da vítima.

Apesar do baixo custo da vida dos iraquianos, o total dos “pagamentos de consolação” (o nome é oficial) já vai em 32 milhões de dólares. Portanto, o número de vítimas colaterais… é fazer as contas, como diria o agora Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

É com estas contabilidades que o Estado americano pensa a guerra e elimina toda a consideração das pessoas e locais. Gerir a guerra e como gerir um negócio e o lucro faz-se com cadáveres. É arrepiante.

"roubado do blog obitoque"
xl

Kim disse...

Fala a voz da razão e de quem está em cima dos acontecimentos.
Obrigado XL