Pelos motivos que a gente sabe, por outros que imaginamos e por aqueles que estão para vir, André caiu na sopa duma glote colectiva.
Aqui entrou de mansinho quando no (c)anal a tempestade amainava e no ar soprava uma brisa de esperança.
André foi a descoberta feliz que uma cruzada em Setembro iluminou. Já antes, alpinos ventos me haviam feito soar a existência dum “homo magnificus” correndo ao sabor da pena e expectante pela beligerância do Senhor Recto e da Dona Próstata. Nele esperei colher sapiência, tolerância, coragem. Nele as encontrei.
Mau Tempo no Anal, sua última publicação literária, é uma ode à Cacafonia em Dói Menor que o leitor atento não desgruda.
É urgente conhecer Moa, esse prado imenso onde verdejam valores tão arredados dos homens. Urge tempo para o saborear.
Moa - Homem/Amigo do Ano!
Hossana!