18 de abril de 2009

A crise - o outro lado!


Um homem vivia à beira duma estrada e vendia cachorros quentes.
Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande quantidade de fregueses, e o negócio prosperava. Os seus cachorros quentes eram os melhores em toda a região!
Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O menino cresceu e foi estudar economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele:
- Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O mundo vai ter grandes problemas.
Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pensou: Bem, se meu filho que estudou economia, lê jornais, vê televisão, acha isto, então só pode estar com a razão. Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e claro, pior) e começou a comprar salsichas mais baratas (que eram também as piores). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas providências, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorros quentes do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia na melhor escola, faliu.
O pai, triste, então falou para o filho:
- Tinhas razão, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso:
- Bendita a hora em que eu mandei o meu filho estudar economia, ele avisou-me da crise…!!!

Cada um tire as suas próprias conclusões!

11 comentários:

carla mar disse...

???????????????????!!!!!!!!!!!!!
o teu blogue tá maluco :S
... ou eliminas os comentários??!!

BLOGADOR disse...

Ou é do meu computador ou realmente não está fácil navegar neste blogue.

Anónimo disse...

SIM! TAMBENHO TENHO TIDO DIFICULDADES, ESTAR SEMPRE A TRAVAR.

PENSEI QUE ERA PROBLEMAS NO MEU PC, MAS PELOS COMENTARIOS ANTERIORES..... ACHO QUE NÃO!

SPUK

PS.

KIM, NÃO CHEGOU NADA AINDA.

SPUK

carla mar disse...

só consigo entrar através de Feeds :S

Beijo meu

Laura disse...

Pois, pessoal, eu entrei de vento em popa e até tive de travar...vim num BMW isetta que no Brasil chamam de bola de futebol... Como o Kim disse que havia um amigo dele que gostava..até fui ver nelhor, e se o escolhi é porque adorei...raio dos BMW...caros cumó milho e como não andei a vender cachorros, não pude avisar que este pai devia calar-se caladinho e ter o filho a vender cachorros ao pé dele, aumentava o negócio, e não havia crise nenhuma, pra longe ave de mau agouro, o filho, e muita gente aqui na terra, que tem a mania de falar na crise quando para muitos nem existe crise nenhuma...
Bem, entrei de patins, eu que demoro sempre a abrir isto...Pois, hoje foi o meu dia de sorte...Boa tarde querido Kim...

Maria disse...

Kim:
O teu blog esteve marado, por isso só agora respondo, com mais uma velha história.
Havia um homem, que sem saber ler nem escrever,contando pelos dedos,
tinha duas coisas: uma lojeca de "secos e molhados" e um caderno, cujas folhas eram divididas verticalmente, por um traço. Dum lado dizia "Lovou", doutro lado "Troube". Com esta contabilidade, juntou uns cobres. O filho estudou, foi trabalhar com o pai e, a primeira coisa que fez, foi substituir o velho e seboso caderno, por um livro de contabilidade, daqueles de capa preta. No alto das folhas lia-se: "Deve" e "Haver". As coisas começaram a correr mal e, ele dizia ao filho: "Tás vendo, mê filho, no tempo do Lovou Troube, nunca houve chatices. Com a moda do Deve Haver, só perdemos dinheiro"
Hoje a tua história, lembrou-me esta.
Beijo

Je Vois la Vie en Vert disse...

Olá Kim,

Vi passar a Laurinha no seu BMW e agarrei-me à porta e vim de boleia com ela ...sem problema nenhum !
Foi pena não ter chegado a tempo de provar as boas salsichas. Virei o meu computador (portatil) para ver se via "A crise" do outro lado mas não encontrei nadinha.

Não vou comer de maneira nenhuma salsichas feitas com este dinheiro todo picadinho porque o dinheiro é o que há de mais sujo na vida, além dos amendoins das festas, sabem disto ?

Beijinhos da

Verdinha

P.S. Ja tive BMW e não gosto ! Prefiro os carros japoneses, estão sempre a sorrir !

Laura disse...

Eu gosto de salsichas, mas, das boas...e dinheiro moido faz mal à saúde, só que sem ele moído ou não, não há saúde que resista à fome..em que ficamos..Verdinha, para lá vamos no meu C 5, que adoro e mais parece avião...
Kim, se der vai ver a tua boleia para amanhã..se o sol brilhar, todos brilharemos..beijinho da laura...

Pascoalita disse...

Pois ...

Há canudos que são autênticos "maus agoiros" e o que muita gente desconhece é que eles, os convencidos de doutores, é que são a própria crise!

E muito mal vão as coisas se o progresso deste país depender dos "doutores" eheheh

Cristina disse...

Bom semana, Kim.
Beijinhos.

BLOGADOR disse...

Muito bem Mestre Kim. Nesta alegoria o Dr. representa os "donos do Mundo".