29 de setembro de 2007

Rui Salvador - Parabéns 42


O Rui é um rebelde da nova vaga.
Justiceiro, quanto baste, não aceita injustiças e vai à luta, pagando o preço que isso custa. Às vezes … é elevado!
O Rui, não pertence à minha geração, mas já faz parte dela, pela cumplicidade demonstrada e pelos amigos comuns doutros tempos.
O Rui entrou no grupo dos meus amigos, porque quis beber as nossas estórias e aprender com elas.
Também ele tem muito para ensinar.
O Rui é Sociólogo e Sargento da Marinha.
Não sei qual foi a tese que defendeu, quando se formou, mas se fosse hoje recomendar-lhe-ia dois temas:
O Bom, o Mau e o Vilão, ou, Como Chupar um Pudim.
O meu amigo Rui Salvador, chegou ao meio da vida.
O resto – vai valer a pena!
Parabéns Rui!!!

27 de setembro de 2007

Chupar o pudim


O Rui Salvador, mandou-me um mail sobre o Ricardo Araújo Pereira e isso fez-me lembrar que, em 1975 …

Foi assim, nesta figura que um dia, entrei com o meu grupo na Cervejaria Algo – na Av de Roma, em Lisboa e perguntei ao empregado, se tinha pudins em copo de alumínio.
Este respondeu que sim. Mediante tal constatação, disse-lhe para trazer todos os pudins que tivesse.
Deviam ser p’raí nuns cinquenta – os pudins. Eram p’raí uns seis ou sete - os meus amigos.
A brincadeira era entornar o pudim no prato e depois chupá-lo inteiro, sem o estragar.
Depois de chupado, tinha de ser vomitado inteirinho no prato e voltar a engoli-lo.
Ganhava quem comesse mais pudins e quem mais vezes o vomitasse inteiro.
O Gigi-Bicho estava a ganhar. Já tinha comido e vomitado o pudim vinte e sete vezes. Mas … descuidou-se e quando olhou para o lado, o Mula, numa voracidade e rapidez felina, chupou-lhe o pudim, já tantas vezes chupado e vomitado, e comeu-o.
O Gigi perdeu e teve de pagar a rodada.

26 de setembro de 2007

Maria - simplesmente


A Maria não é de modas!
A Maria está na moda!
Salta, pula, brinca, pinta.
A Maria é uma mulher com netos, uma criança com filhos.
A simplesmente Maria, que afinal é Zé, vai expôr as suas pinturas no próximo sábado, dia 29, nas Caldas da Rainha.
Maria muita, Maria pouca, Maria louca
Maria paz ... Maria tanto faz!
Já pedi desculpa pelo plágio.
Estarei contigo em pensamento, nessa promissora manhã.
Maria, a mulher que as flores amam!

25 de setembro de 2007

Marcel Marceau - Morreu o silêncio


Morreu o maior mímico do mundo.
Marceau dizia tudo, sem nada falar.
Hoje, digo tudo, sem nada dizer.
Morreu o silêncio!
Requiem pour n’importe qui!

24 de setembro de 2007

António Gualdino




Encontrei há dias o meu amigo António.
Estivemos cerca de meia hora a recordar aquelas coisas que aqui falamos constantemente.
Pois bem! O António tem andado a saltitar nas várias estações de TV, sempre na senda de espectáculos para crianças.
Grande actor, mais tarde director e actualmente encenador, o António dirige o Teatro da Lanterna Mágica.
Carlos Alberto Vidal, o Avô Cantigas, também faz parte do elenco.
Falámos dos que já não se lembram uns dos outros. Falámos dos tempos da SFRAA. Falámos do Teatro de Carnide. Falámos do Júlio, do Xico Luís e do Xico Zé.
E falámos da vida, que transforma o homem triste em palhaço alegre.
Numa altura em que os espectáculos para crianças não abundam, tiro o meu chapéu ao esforço, tenacidade e dedicação ao esquecido público juvenil.
Aqui vai a foto que te tirei há 30 anos, quando ainda estavas no berço do palco, julgo que, na peça “O Pagador de Promessas”
Um abraço para ti Tó Zé!

23 de setembro de 2007

Bretagne et Normandie




O sonho comanda a vida e às vezes, comanda o sono.
A noite passada, sonhei em francês.
Os megalitos libertavam forças estranhas e a Mancha cheirava a prado.
Carnac, apontava-me o caminho da sabedoria.
O Mont St Michel era invadido por crustáceos.
Os normandos e os bretões, não eram mais franceses.
Deauville era a capital do mundo.
Deitei-me pagem. Acordei mosqueteiro.
Douce France …!!!
Às vezes, sonho contigo!

21 de setembro de 2007

O meu avô Rato


Na vida, só damos valor às coisas, depois de mortas, perdidas, desaparecidas, alienadas.
Nunca tive bem a noção do que seria o amor deste meu avô, já que viveu os seus últimos anos, a olhar para as coisas que quase já não via.
Como a minha avó materna foi o meu grande amor, não tive a noção do que seria amar este rude avô Rato.
Kim Kim, não perdia uma oportunidade para brincar e judiar o velhote (como tenho remorsos disso!!!)
Então um dia … a minha mãe apanhou-o a beber pelo garrafão.
De imediato ralhou com ele e disse-lhe: 

- O pai não tem vergonha? A beber pelo garrafão? E ainda por cima isso é petróleo!
O avô, tirou o garrafão da boca e na maior das calmas, activou as papilas gustativas. Saboreou o gosto que tinha na boca e em ar de desprezo, colocou o garrafão no chão e falou baixinho: 

- Parece que sim. Parece que sabe a petróleo!
Claro que tudo ficou na mesma e nem precisou de nenhuma lavagem ao estômago. Ali tudo desaparecia, sem nada danificar.
Sabendo isto (talvez por volta de 1975), decidi pregar-lhe uma partida e ... a Rádio Renascença abriu o noticiário, informando numa linguagem que ele percebesse mais ou menos isto:
- Atenção, atenção, na povoação de Atalaia do Campo (onde ele passou toda a vida) vive o Sr. Domingos Eusébio. Este senhor, que vai comemorar oitenta anos de vida, convida todos os seus amigos a estarem presentes no seu aniversário, para o qual já adquiriu uma pipa de 500 litros de vinho e fez um pedido especial para que o seu amigo Domingos Lopes (Rato) não falte a este almoço.
O meu avô não gostava muito de vinho. Raramente bebia mais de cinco litros por dia. Nesta fase até já tinha acalmado um pouco.
Como ele não percebesse a noticia eu voltava a carregar no botão respectivo do gravador e repetia a noticia. Até que percebeu o que acabara de ouvir.
- O quê? O meu amigo Domingos Eusébio, tem lá uma pipa para abrir? Quero ir já para a terra!Não mais parou. Entrou numa excitação enorme e não se calava.
Com a maior calma do mundo, lá lhe expliquei que, beber lá ou beber cá, era a mesma coisa.
- Nem pensar! Quero ir já embora!Como não o conseguissemos segurar, mostrei-lhe o rádio, que era afinal um gravador, carreguei no REC e comecei a gravar ao mesmo tempo que dizia:
- Oh avô, isto é uma brincadeira. Fui eu que fiz a notícia para mangar consigo. E para lhe provar que estou a falar a sério, estou a gravar esta conversa para você ouvir.
Meio desconfiado e enquanto eu continuava a gravar, vociferava: 

- Puta que pariu o rapaz, que é um aldrabão do catano! És um mentiroso!- Pronto avô, não diga mais nada! Oiça esta nossa conversa que acabei de gravar!
Com os olhos esbugalhados, tentando ouvir o que mal via, começa a ouvir a gravação que entretanto quase lhe encostei ao ouvido. Quando chegou a altura de ouvir “és um mentiroso” encostou a boca ao gravador e em tom elevado berrou: 

- Pois és”! Pois és! És um grande mentiroso!E ficou à espera que o gravador lhe respondesse. Como este ficasse mudo, pois eu escangalhava-me a rir, abandonou a sala praguejando a gaguejar:
- O caaa... tano doooo raaa...paz tttttem ca...ca... cada iiii...deia!!!
- O catano do rapaz, tem cada ideia!!!

19 de setembro de 2007

Joaquim Cachaço




O meu amigo Joaquim Cachaço, tem algumas parecenças comigo.
Também é Quim. Tem uma paciência de santo. Dá-se bem com toda a gente. E … adora jogar à bola.
Aqui, temos uma pequena diferença – ele é bom jogador e eu não. Apesar de não me passar a bola, perdoo-lhe porque ele diz que um avançado está lá para marcar golos, não para passar bolas.
Jogou alguns anos no Estrela da Amadora e nessa altura eu chamava-lhe, Marlon Brandão, porque era parecido com um avançado do Sporting, com uma farta cabeleira, como a sua.
Fizemos grandes jogatanas e sofremos com algumas derrotas, mas isso já lá vai!
Profissionalmente, o Cachaço é docente, e todos os seus alunos, nele encontram um amigo.
É duma educação inusual.
É um amigo, a quem há muito agradeço ser meu amigo.
O Cachaço semeou um filho – O André - com quem troco dissertações sociais e humanas. A Filosofia, controla-lhe os dias.
Meu velho amigo, sportinguista ferrenho, precisava de te dizer, o quanto gosto de ti!

18 de setembro de 2007

O meu Honda Accord


Dois dias depois, de haver adquirido esta bonita viatura, participei numa corrida de automóveis, meio a sério meio a brincar no Autódromo do Estoril.
Desejoso de mostrar as capacidades que julgava ter e com um carro novinho nas mãos, esqueci-me de ler atentamente o regulamento e cheguei à meta antes de tempo. Não podia circular a mais de 140 Kms h. Fui desclassificado!
Ficou a experiência e a recordação deste bonito automóvel que durante 20 anos foi a minha paixão.
Altamente evoluído para a época (1981), estofos de veludo, painel já meio computorizado e mais umas mariquices, faziam dele o meu brinquedo preferido.
Era lindo o meu Honda Accord.
Farto de o ver definhar estacionado à porta de casa acabei por oferecê-lo a um coleccionador.
Adeus amigo! Aqui virei recordar-te, quando a saudade me lembrar de ti!

16 de setembro de 2007

Parabéns Ana - 33 anos!




Era uma vez uma menina. Lutadora! Sagaz! Ambiciosa! Inteligente! E Linda!
Cresceu e quis ser a melhor entre as melhores. E foi!
O mundo chamou-a, disputando-lhe os neurónios para gerir quantias com muitos zeros.
O seu talento tornou-a na mais jovem directora de sempre, na empresa onde trabalha, nos Estados Unidos - uma das maiores do mundo.
Ela é um mar de serenidade. As palavras brotam dos seus lábios, com a calmaria de ondas adormecidas.
Por causa dela, estreitaram-se os continentes e Nova York atravessou-se na minha vida.
Por causa dela, o Bruno fechou a Caixa de Pandora e espiritualizou a ansiedade.
É a Ana! A menina bonita de olhar distante!
Não esquecerei nunca, o momento do primeiro clik entre eles, há muitos anos, quando o Bruno lhe pediu um dia numa aula, para não se mexer pois queria desenhá-la. Quando acabou, ansiosa por ver o seu desenho, tirou-lho da mão e nele estava desenhada apenas, uma flor!
Numa foto que deu ao Bruno, quando ainda eram amigos, ela escreveu, – Recordação da tua grande amiga Ana, futura esposa e mãe dos teus filhos – Ana Tavares, 22 de Maio de 1992. Acertou!
É ela, a Ana! A menina bonita de olhar distante!
Ana – um talento que a pátria lusa desperdiçou!
Aos progenitores, nomeadamente à Sissi e aos avós António e Conceição, os meus parabéns pelos genes transmitidos.
Parabéns minha querida! Tens tudo aquilo que gosto! Até o nome de minha mãe!
Enche-me esse copo e bebe um gole por mim, com o teu ex-amigo, hoje marido!
Parabéns Ana!

14 de setembro de 2007

Bruno - Art Gallery - New York








A calmaria e a paz de espírito, ajudaram o Bruno a concentrar-se mais na pintura.
Aqui deixo alguns das suas última obras, já pintadas em Nova York, e que para já, estão expostas nas paredes da sua casa.
É um total de mais de uma dezena de quadros, quase todos de grande dimensão.
Depois do sucesso das exposições em Lisboa, o mesmo acontecerá um dia em NY.

12 de setembro de 2007

O Engenheiro

Algures, num país que já não lembro qual, comprei um dia um telefone, aparentemente diferente de todos os outros que havia em Portugal.
Acontecia quase sempre após eu ter viajado, receber a visita dum cunhado meu, para trocarmos impressões sobre o país visitado.
Estávamos nos finais dos anos setenta.
Num desses dias, falei-lhe dum aparelho extraordinário que tinha comprado – um telefone!
Era apenas um telefone portátil de teclas, que cabia na palma da mão, normalíssimo nos dias de hoje
Disse-lhe então:
- Já conheces este telefone inteligente, que comprei lá fora? E mostrei-lho!
- Que giro! Não conhecia! E isto faz mesmo chamadas?
- Claro que faz! Se tens dúvidas experimenta!
- Então e porque é que é inteligente? – pergunta ele.
- Porque, basta tu pensares num número, carregares numa tecla e ele liga para o número que estiveres a pensar.
- Não acredito!
- Não acreditas? Então que raio de engenheiro de máquinas és tu, que não estás a par das novas tecnologias?
- É pá, um gajo não pode saber tudo! Você anda sempre por aí, é pois natural que conheça coisas que eu desconheço!
- Tens razão! Então, se quiseres, podes experimentar o telefone! Pensa num número e carrega nesta tecla.
Meio desconfiado, pegou no telefone, olhou para o tecto com ar pensativo. Calmamente, como se estivesse a carregar no botão que detona a bomba atómica, seguiu as minhas instruções, levou o aparelho ao ouvido e ficou à espera.
Do outro lado do fio, responde a mãe dele, minha sogra.
- Estou sim!
- Mãe? É a mãe? Nem quero acreditar!
- O quê? Pergunta a mãe.
- Oh mãe, o Joaquim tem aqui um telefone fantástico. Basta pensarmos num número, que ele faz a chamada sozinho!
Do lado de lá, D.Clotilde não percebia nada do que o filho falava.
- Tá bem, a gente depois fala!
O engenheiro, desligou o telefone e foi para a janela pasmar.
A tecla, onde lhe mandei carregar, era apenas a tecla da memória. Liga para o último número que chamámos.
Calculando que ele pensaria no telefone de sua casa, antes de lhe pregar a partida, marquei esse número e desliguei.
Obviamente que, quando alguém carregasse naquela tecla, ligaria aquele número, que estava memorizado.

Foi o que ele fez.
Arrisquei! Ganhei!
Só eu o sabia! Eu e todos os engenheiros bem informados!

11 de setembro de 2007

Encontro com ninguém


Estava a pensar, no próximo sábado dia 15 fazermos uma “almoçarada” igual à da foto, lá para os lados de Alfama.
O Bicho conhece “bué” de tascas simpáticas.
Quem quiser aparecer – que fale agora ou se cale para sempre (é isto que se diz na cerimónia do casamento).
Mas … há mais marés que marinheiros!

9 de setembro de 2007

Parabéns Aniana - 27

Às vezes - visto a camisola de fim de semana e abraço-a

Tive um dia uma paixoneta!
Chamava-se Ana! Ani - para os amigos.
A paixão passou. Ficou o nome - aquele que eu considero, o mais lindo nome de mulher.
Uns anos depois, fui pai duma linda gorda menina.
Chamei-lhe Aniana.
Hoje, vinte e sete anos depois, olheia-a e beijei-a como no primeiro dia.
Há momentos, que um pai precisa de embalar a sua menina.
Parabéns Aniana! Parabéns filha!

7 de setembro de 2007

Ti Zé Bráz

Raul, no meu escritório, a autografar a fotografia acima publicada

Há dias, quando visitei as minhas origens, a minha amiga Adelaide Carvalho, douta vereadora da Câmara Municipal do Fundão, e o marido, Fernando Bráz, estes, levaram-me a conhecer a aldeia do Fernando – Sobral de S. Miguel, situada na encosta da Serra da Estrela.
Por ser uma zona que me toca profundamente, já que cresci numa pequena povoação ali bem perto, Barroca Grande - Minas da Panasqueira, e nasci noutra – Atalaia do Campo - logo aceitei o convite.
Uma vez ali chegados, logo fiquei deslumbrado com a maravilhosa aldeia, qual presépio escondido.
Depois, a simpatia e os petiscos oferecidos pelo Ti Zé Brás e pela Ti Piedade, pais do Fernando, fizeram o resto e aguçaram-me a gula.
Em determinada altura, e sabendo da minha amizade com determinada pessoa, Adelaide vira-se para o seu sogro e diz-lhe:
- Oh Ti Zé, você sabe que este senhor é amigo do seu grande ídolo, Raul Solnado?
- O quê? Vossemecê é amigo do Sr. Raul Solnado? – perguntou incrédulo o Ti Zé.
- Sou sim senhor, respondi eu.
- Sabe, o Sr. Raul Solnado, é um rapaz, mais ou menos da minha idade, e é o artista que eu mais admiro. Desde sempre! Então vou-lhe pedir um favor – continua Ti Zé Bráz, com voz calma e ponderada – Quando estiver com ele dá-lhe um grande abraço meu?
Fiquei atónito! Aquele pedido, com forte sotaque beirão, saíra-lhe do fundo da alma.
- Dou sim senhor – respondi-lhe.
Durante o resto da visita, não mais deixei de pensar na forma como me foi feito o pedido.
Quando deles me despedi e já dentro do carro, ainda chegou perto de mim e com ar enternecido insiste:
- Sr. Joaquim, não se esquece de dar o meu abraço ao Sr. Raul Solnado? Mas olhe, diga-lhe que fui eu que mandei!
Lindo, Ti Zé. Foi lindo!
Está dado o seu recado e o Sr. Raul Solnado, devolve-lhe esse abraço tão sentido.
Obrigado Raul! O Ti Zé merecia isto.

5 de setembro de 2007

Mao Tsé Tung - o livro vermelho







Decorria o ano de 1966.
Em Portugal, eu estava na Revista Tempo e o Modo, onde não tinha qualquer responsabilidade editorial nem estava suficientemente politizado para o grito da revolta. Apenas sabia que algo tinha de mudar.
O livro vermelho de Mao Tsé Tung, era o livro mais proibido do planeta. Era impossível obtê-lo. Quem o conseguisse, tinha meio caminho andado para as masmorras de Peniche.
Agora em Nova York, o Bruno adquiriu-o, na versão inglesa, publicado na altura, simultaneamente em chinês e inglês.
Uma verdadeira raridade!
Aos meus amigos mais esclarecidos, aqui deixo esta homenagem.
Para mim, isto é chinês!

3 de setembro de 2007

Parabéns Henedino - 55







Este estranho nome, pertence a um puto porreiro, da minha idade.

Meu velho amigo!
O tempo das “chinchadas” já lá vai.
Algumas das mãos que te aplaudiram, quando eras Mister Boca de Sino, ainda te cumprimentam em Janeiro de cada ano. Muitos não souberam que essa eleição era para o adolescente mais charmoso, o que ainda hoje se nota.
Os cabelos já grisalhos, denotam que estás quase a apanhar-me nos anos da vida. No entanto, julgo que terás alguma dificuldade em consegui-lo.
A tua grande capacidade empresarial, levou-te ao seio dos eleitos e auguro que por lá te mantenhas enquanto as forças durarem.
Não te esquecemos. E sei que falo por todos.
Parabéns Senhor Presidente! Parabéns D.Lurdes!
Este maravilhoso filho, seguiu as pisadas que lhe ensinaram, fazendo a triagem das ervas daninhas.
Parabéns Júnior! Parabéns Henedino!

2 de setembro de 2007

Acabou a Volta


Pois! Por agora acabaram-se as voltas.
O fotociclista pode estar descansado que não lhe vou usurpar o epíteto.
É sempre bom voltar a casa.
O melhor duma viagem é o regresso.
Tudo passa a correr. Aproveitemos a vida enquanto pudermos, caso contrário, deitar-nos-emos novos e acordaremos velhos.
Foi bom, Bruno! Foi óptimo, Ana!
Thanks