14 de julho de 2010

Na Torre do Tombo há de tudo!

Sem palavras!

10 comentários:

Teté disse...

Ahahah, genial! Adorei essa "correcção" dos 10 mandamentos, mais os adornos ao diabo (cornos e cauda), com o cuidado de lhe manter as unhas limpas... :)

Mais, da lista dá ideia que a obra foi alterada ao sabor das ordens do senhor prior, que a queria ligeiramente "retocada"!!! :D

Beijocas, Kim!

Anónimo disse...

Já repararam que o que custa mais, é "Retocar o Purgatório e por almas novas" ??

Isto faz-me lembrar a nossa Assembleia da Republica, e os nosso Deputados.. :)

Pantas

Maria disse...

Kim
O que eu adoro estes papeis antigos!
Os antigos faziam contas, mas apresentavam a descriminação das obras. Agora, pagamos, não sabemos o quê e não bufamos.
Continua que estou a gostar. Pode ser que o Governo aprenda alguma coisa e nos explique onde foi parar o nosso dinheiro.
Beijo
Maria

JE VOIS LA VIE EN VERT disse...

Isto é uma factura com tudo bem descriminado !
Já agora, onde está o IVA ? ;)) LOL

Beijinhos
Verdinha

Laura disse...

Olaré, cá estou...
Só queria saber como se põem os cornos ao diabo, se foi assim tão barato...arrisco..

beijinho da miúda renovada..

Parisiense disse...

Ahahhaahh....isto sim é que é uma factura....se fosse hoje metade era " ao negro"...ahahahah
Adorei as botas novas para o S.Miguel.....terão sido compradas na mesma loja onde o Pápa compra os sapatos vermelhos dele?????

A tradição já não é o que era..:=)))

Bisous mon ange

Laura disse...

Voltei, aumentei, deu-me um bom momento de leitura..como fazer o filho ao colo da Nossa senhora, o concerto que deveria ser conserto, enfim... muito belo está para a época, hoje o padre por descuido leva as notas e deixa as moeditas... e com elas paga a prestação do último modelo de BMW,((( jesus é que era o burro não? a andar de burro, sempre podia ter uma caleche ))) ... e paga férias às beatas da paróquia (sem pretender ofender é uma forma de falar)ou manda-as para o último modelo de SPA...com tudo pago...

Uma folha de papel que descrevia tudo o que se gastava, mas também já na altura, eles punham o que nem arranjavam para terem uns extras para o copito ao fim do dia na taberna do sôr manel..

Isso levou-me a uma discussão que tive com o novo guarda livros da empresa onde trabalhei em Luanda, Companhia Angola Belga de Import e Export. lda( o velho ensinou-me tudo o que sei sobre contabilidade...)aos 19 anos, dactilógrafa, e aprendiz de contabilidade...em que dizia que não era preciso por data, um centavo que fosse mais valia não por...(esqueceu-se o burro que bastava uma diferença de um tostão para dar cabo da contabilidade toda, enfim) nem isto nem aquilo na facturação, ah, saltaram-me os calores e suavemente coloquei-o no seu lugar, se ele tinha saído de gerente Bancário para aquele cargo para o qual nem estava preparado...passava a vida a perguntar à ajudante de Guarda Livros como se fazia tudo...

Boas lembranças me trouxe esse pedaço de papel ..
Um abraço apertadinho da dolce.

Mariazita disse...

Meu caro Kim
As coisas que se faziam há uns 150 anos, apenas, e por um preço tão módico!
Vá-se lá hoje comprar um galo por 95 reis, ainda por cima com a crista pintada!
Bons velhos tempos aqueles!!! Ai que saudades :))))))))))

Bom fim de semana. Beijinhos

Anónimo disse...

Conceição Andrade Martins* Análise Social,
Trabalho e condições de vida em Portugal
(1850-1913)**


“ vejamos como se caracterizou o crescimento económico português
dos anos 1850 a 1913. O produto agrícola cresceu 0,9% ao ano, o produto
industrial 2,9 %, a população 0,8%, o produto interno bruto 1,5% e o rendimento
per capita 0,8%6. No entanto, não só o ritmo de crescimento foi
desigual ao longo deste período, registando-se uma nítida desaceleração a
partir de finais da década de 1880 e uma recessão nos anos 1890, como a
maioria dos estudos mostra que o crescimento então verificado foi essencialmente
extensivo e não resultou, como noutros países, de um aumento significativo
do rendimento do capital e da produtividade do trabalho, mas sim do
aumento da força de trabalho, factor produtivo de que dispúnhamos em
abundância e a baixo preço. E, assim, segundo o modelo de Bairoch, Portugal cresceu, empobrecendo”

Bons velhos tempos aqueles!!! ??????

Retocar o pagode sempre a pagar a crise.....

BFsemana
XL

Luis Serrano disse...

O Mestre de Obras esqueceu-se de debitar o IVA e isso ainda lhe pode criar problemas, porque o Fisco nem aos cornos do Diabo perdoa.