
Meus queridos
Poderá parecer que a esfíngica figura e a postura em palco do então imberbe cantor Christophe, apresentado no post anterior, me tenham assustado e levado a um retiro obrigatório, mas tal assim não foi.
Aconteceu apenas que houve necessidade de rectificar o punho, que estava a solidificar fora do sítio e isso foi feito a sangue frio o que me deixou KO durante quase dois dias. O fémur está também já a adaptar-se à sua nova casa.
Tudo está a recompôr-se e os primeiros passos são já uma realidade.
Já abandonei o hospital e estou agora mais liberto de espírito e incertezas.
Na despedida , aqui fica uma recordação dos companheiros de infortúnio, Sidónio e Nicolay, que comigo partilharam o quarto e a quem devo algumas ajudas pontuais, mas muito oportunas.
Mais uma vez, a todos os que me visitaram, telefonaram, aqui deixaram mensagens ou pensaram em mim, o meu muito obrigado pela amizade e cumplicidade.
Apetecia-me dar uns toques numa bola e comer sardinhas à mão. Já que o não posso fazer deixo no ar essa maravilhosa sensação.