7 de fevereiro de 2013

Saddam Hussein - tesouros roubados

Jóias assírias e babilónicas (4.000 anos AC) encontradas em escavações no
Iraque e que estavam guardadas no cofre de Saddam Hussein, ao invés de estarem em museus.

Aqui se vê como abriram o cofre de Saddam Hussein. Foi convocada uma Comissão de iraquianos cultos e representativos para acompanhar a abertura do cofre particular do ditador.


Nem o tirano contemplava os tesouros roubados, armazenados em caixotes.


Saddam tinha 170 palácios, espalhados por todo o Iraque. Um déspota "O Ladrão de Bagdad". 









Sem palavras



Em 2003, após a queda de Saddam, do museu de Bagdad foi também roubada uma enormidade de jóias, que talvez nunca mais venham a ser vistas. 
Das cerca de 15.000 peças roubadas, apenas 4.000 foram recuperadas. 
Adeus Babilónia, a Mesopotâmia chora por ti!
Nem me atrevo a falar desse nojo chamado Saddam, a quem nem Maomé terá perdoado os crimes praticados sobre a humanidade.

19 comentários:

SEVE disse...

Em 2003, após a queda de Saddam, do museu de Bagdad foi também roubada uma enormidade de jóias, que talvez nunca mais venham a ser vistas.

Ó Kim, não estarão algures nalgum rancho do George W. Bush? ou algures num qualquer museu dos EUA?

Kim disse...

Seve - Não acredito que Bush tenha algum destes tesouros, até porque o saque foi feito pela polulação.
O que já não teve desculpa foi o marasmo dos militares americanos, que não prestaram a atenção devida a este saque, já que estavam obcecados pelas jazidas petroliferas.
Apesar de, actualmente, serem os Estados Unidos que lideram a recuperação desse património, nem isso os iliba da responsabilidade enorme que tiveram em tal saque.
É o costume e habitual das grandes potências, capitalistas ou não.

Anónimo disse...

O acervo do Louvre é feito em boa parte por obras de arte e peças arqueológicas tiradas do mundo inteiro, muitas delas como nítida lapidação do patrimônio do pais de origem. A citação do Louvre foi apenas um exemplo. A Índia foi saqueada pelos ingleses assim como a antiga Roma trouxe um tesouro inestimável da Grécia. Não está em nenhum manual o que foi retirado da Itália, Egito, Índia, Brasil e todos os lugares do mundo e que hoje forma o tesouro artístico de museus em toda a Europa e Estados Unidos. O valor disso é incalculável. ...Claro, tudo isso aconteceu no mundo dito civilizado!

FR

São disse...

Há males que Vêm por bem.

Esses tesouros roubados por uma criatura inominável, podem agora ser admirados.

Onde estarão as peças roubadas do Museu ?Aposto que em mãos de colecionadores particulares!

E nem quero lembrar as que , pura e simplesmente, fotam destruídas, porque na sua ignorãncia de asnos e sanha de conquistadores os EUA só se preocuparam em proteger tudo quanto se relacionasse com petróleo.

Beijinhos, amigo.

Kim disse...

É evidente que a história está cheia de casos iguais.
Sempre assim foi com as civilizações colonizadas, invadidas e outras que tais.
Talvez os casos mais flagrantes sejam os do Império Romano, os da Grécia e os da Espanha, que esvaziaram as riquezas latino americanas.
É a sina do dominador e do dominado.

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

De Saddam Hussein, não se poderia esperar nada decente. Isso está de bom tamanho. Mas que é uma pena, lá isso é!

Lembro-me bem do filme, "O Ladrão de Bagdá".

Beijo, Kim!

Janita disse...

Olá Kim.
Deixa lá que cá se fazem, cá se pagam! Assim, ele tambem se meteu num buraco para escapar ao julgamento das suas atrocidades.
Se bem que os americanos também não sejam nunhuns santos!

Quanta riqueza acumulada e escondida...para quê?!?

Beijinhos, querido Kim, tem um bom fim de semana.


Teté disse...

Parece a caverna dos 40 ladrões e o tesouro que que Ali Babá lá encontrou! :)))

Quanto a Saddam, pois, era um criminoso e um déspota, mas pelos vistos também um ladrão. Porque certamente essas não seriam as jóias da sua família... Mas quer dizer, se a justiça divina existisse, era só mais um crime (continuado) a juntar a tantos outros e a atirá-lo para os confins do Inferno. Ou lá do local que os islâmicos destinam aos ladrões! :)

Beijocas, Kim!

Verdinha disse...

Não vejam o meu comentário como uma defesa deste nojento criminoso Saddam mas deixem-me dizerem que se ele não tivesse guardado estes tesouros no seu cofre pessoal, sem os vender porque não precisava, não estariam à vista de toda a gente agora, como aconteceu com os objectos roubados aos museus...
A Verdinha, como sempre, tenta ver o lado bom das coisas...
Beijinhos

Green Knight disse...

Agrande diferença nestas coisas do rouba, ou desvia,aqui existe um nome.Noutros países mais "civilizados" a inteligência está em fazer o mesmo , mas nunca se sabe quem rouba.Por exemplo: as nossas jóias da corôa,o ouro,BPN Etc.Sabemos sempre que são os lesados!Já é um bom princípio!
Bom fim de semana! Um abraço
Jrom

Green Knight disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Iraque – Colonialismo de novo estilo
28 de Agosto de 2009
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Fonte: CPPC

Invade-se um país, utilizando falsos pretextos e mentiras, depois destroem-se todas as estruturas administrativas e deixa-se, ou melhor dizendo, cria-se o caos completo: roubos, insegurança, desemprego, fome.
Fomenta-se a discórdia por razões étnicas e religiosas. Fazem-se novas leis e, sob desculpa de impor democracia, alteram-se hábitos e costumes, criando o vazio ético. Assassinam-se professores e médicos, escolas e museus são transformados em bases militares.
Para concretizar a destruição do país nomeia-se um “vice-rei dos EUA”.
No Iraque o Presidente americano colocou Paul Bremer que publicou, num ano de mandato, cerca de cem Ordens (leis), tendo como objectivo pôr as riquezas e economia iraquianas ao serviço dos EUA. Depois o mesmo Bremer escolheu um governo provisório e tratou de escrever e fazer votar uma constituição que garante a perenidade das leis que fizera. Seguiram-se uma série de eleições até se chegar a um “governo definitivo”, mas fantoche que negoceia com os ocupantes a retirada destes.
Portanto, se não quisermos ver que a ocupação foi um crime, que todas as leis proclamadas pelo americano Bremer não têm qualquer legitimidade, que desde 20 de Março de 2003 há uma sólida e renhida resistência patriótica, que todas estas eleições e votações foram um arremedo de democracia pois aconteceram enquanto se lutava contra a ocupação estrangeira e com laivos de guerra civil, que as chamadas autoridades, tanto ocupantes como iraquianas, vivem isoladas em zonas fortificadas, que no Iraque se vive a maior corrupção do mundo, se esquecermos tudo isto então o Iraque não é uma colónia dos EUA, mas sim um país livre que negoceia livremente… a sua subjugação.”



Posteriormente num discurso perante a câmara de comércio americana, em 2011, o “líder” iraquiano afirmou que não seriam os generais a desempenhar um papel determinante no futuro do seu país mas sim as empresas e homens de negócios americanos.

FR

Magia da Inês disse...

º° ✿彡
Olá, Kim!
Apenas vim visitar-lhe.
Bom fim de semana.
Beijinhos do Brasil.
✿ °•.¸
¸.•°♡⊱彡

rosa-branca disse...

Olá Kim, realmente é de bradar aos céus, mas também desapareceram muitos outros valores e ninguém diz onde eles estão. Cada vez o ser humano me deixa mais desiludida, com os seus actos, mas quem tem coragem para matar tem coragem para tudo. Beijos com carinho

Catarina disse...

Tantos tesouros que continuam escondidos e tantos outros que foram destruídos nos últimos anos quais tempos medievais.

papoila disse...

Olá, Kim! Venho agradecer e retribuir a visita.
Não vou falar do nojento do Sadam mas aproveito para dizer que gosto de favas mas não gosto de ostras!
Pronto, estamos apresentados!
Gostei tanto do post dos Cafés fico com a esperança de poder ler mais histórias divertidas.
xx

Mona Lisa disse...

Por agora "debruço-me" sobre os ladrões que por cá temos!

Rapinam outros tesouros!

Ahhhhhh...não gosto muito de favas,mas prefiro-as às ostras!

Beijinhos.

Lou Salomé disse...

Céus, mas é uma autêntica gruta do Ali Babá!
E quanto às favas, adoro também. Do que não gosto é de caracóis...:)
Um beijinho

Lou Salomé disse...
Este comentário foi removido pelo autor.